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Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio
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Em 1994, a SIC estreia “20 Anos, 20 Nomes”, um programa de entrevistas da autoria de Miguel Sousa Tavares, na celebração das duas décadas da Revolução de Abril. Em 2026, Miguel Sousa Tavares de Viva Voz recupera em podcast no Expresso esta série de conversas com algumas das figuras marcantes da sociedade, cultura e história portuguesa. 20 anos, 20 nomes, 20 episódios publicados quinzenalmente, às quintas-feiras. Oiça aqui o primeiro, com o então Presidente da República Mário Soares. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta as notícias mais recentes em torno do MAI e a Moção de Censura apresentada pelo Chega ("Ventura está obcecado") para sublinhar que continua a não ver razões para a demissão do ministro perante tudo o veio a público. Sobre as diversas intervenções publicas de Luís Neves aponta criticas, "Não tem jeito nenhum para falar em público e acha que tem" e entende que escolheu o palco errado (a cerimónia da PSP na Madeira), "foi mais um passo em falso". Olhar critico ainda a a quem apontou o dedo à passagem de Montenegro pela praia, "quero ser governado por gente normal". Na Educação, o desalento com a fraca percentagem de alunos mais pobres que conseguiu aceder ao Ensino Superior, "isto não se recupera" e a culpa, entende, envolve a Fenprof. A questão de Ceuta e os novos sinais de guerra não passam também ao lado desta edição: "isto estilhaçou a Europa por todos os lados". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio do 45 Graus publicado originalmente a março de 2026. Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio do 45 Graus publicado originalmente a setembro de 2025. Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Bingre do Amaral é professor na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Estudou na Universidade Técnica de Lisboa, pela qual é licenciado em Engenharia Florestal e mestre em Planeamento Regional e Urbano. Desde 1998 foca o seu trabalho de docência, consultoria e investigação na temáticas do ambiente, conservação da natureza, florestas, ordenamento territorial e política de solos (rústicos e urbanos). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio da Comissão Política, analisamos a posição do ministro da Administração Interna e do primeiro-ministro na crise do “monte verde” e do “reboque” da droga. A Judiciária pediu uma auditoria ao tempo da gestão de Luís Neves e o primeiro-ministro aprovou, através da ministra da Justiça. Quando há “dúvidas, elas devem ser desfeitas”, disse Luís Montenegro esta segunda-feira. Mesmo mantendo a confiança política em Luís Neves, sem saber o resultado da auditoria, parece que o PM tem dúvidas sobre a sua gestão à frente da polícia. É possível confiar e desconfiar de um ministro ao mesmo tempo? Os comentários são de Paula Caeiro Varela, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Tomás Delfim e a ilustração é da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares analisa os temas que marcam a atualidade. Sobre as explicações do MAI diz que não entende porque demoraram três semanas, mas defende que “não vê motivo para tanto estardalhaço”. O cronista entende que depois de 30 anos em funções, podemos concluir que Luís Neves “não foi corrompido”. Sobre a comissão que arranca em setembro, considera que os trabalhos “vão pôr em causa a PJ”, que tem estado "a reagir às televisões". Sobre o negócio das três fragatas adquiridas pelo PM em Itália diz que o “essencial não foi explicado”. Falamos ainda dos incêndios e da falta de combate às alterações climáticas: “É evidente que o clima está descontrolado. por ação humana”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As notícias envolvendo o atual ministro da Administração Interna ainda não pararam e André Ventura aproveitou para anunciar uma comissão de inquérito parlamentar aos seus mandatos na PJ. O primeiro-ministro resiste a mexer no Executivo, para mais envolvendo um caso sob investigação judicial, mas no PSD e no Governo todos esperam as explicações de Neves para avaliar as possibilidade de continuar — ou não. Nesta Comissão Política, conversamos sobre isto e sobre os timings ideias e possíveis de uma remodelação ministerial. Além do papel do Presidente da República nestes casos. No final, todos falam dos livros que levam de férias, incluindo os comissários Vítor Matos e Eunice Lourenço. Comentários de Paula Caeiro Varela, João Pedro Henriques e Liliana Valente, com com moderação de David Dinis. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares analisa o Mundial com criticas para "a fraca prestação" da seleção (...) não os transformem em heróis", para Ronaldo, "a quem Portugal deve muito" e para o ex-treinador: "quem recua perante o estatuto de um jogador não é um selecionador". Não faltam recados para Montenegro que foi a 3 jogos, acusado de dar a ideia "que não tem nada que fazer". Já para os ministros marcados por temas de atualidade, a conclusão é outra. O cronista entende que, no caso das obras do MAI, "estão a tentar desfazer uma pessoa com provas dadas" e sobre a polémica em torno dos exames de Educação, diz que se trata de um sistema "indiscutivelmente melhor do que aquele que existe" e que o ministro não é responsável pela falha informática. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares diz que a escolha de Sebastião Bugalho para porta-voz do PSD, depois da adesão ao partido, "acabou com tudo o que havia de liberdade intelectual e política naquele jovem". Era uma "estrela em ascensão" e "desceu" à política. Sobre a intervenção em relação aos novos dados do INE, defende que as responsabilidades deveriam ser exigidas ao instituto e não aos antigos governantes socialistas. Quanto à notícia do Expresso sobre o chumbo nos esqueletos das Lajes, considera que "é mais do que um crime ambiental", pode ser "um homicídio involuntário e o Governo dos EUA tem de responder e as pessoas indemnizadas", mas aposta que o Governo português "nada fará". A Força Aérea portuguesa não escapa às críticas pelo pastoreio junto ao terreno da base, "isto parece a guerra do Solnado, é uma coisa de anedota". "É Portugal no seu melhor", acrescenta, "vale a pena imaginar uma anúncio: "compre os bifes da FA da base das Lajes". See omnystudio.com/listener for privacy information.
“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses. Por outro lado, o Irão ensinou ao mundo uma coisa muito importante: a proximidade a um estreito, mesmo que seja em águas internacionais, é uma arma tremenda”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua crónica no semanário. O cronista considera que o conflito no Médio Oriente deixou consequências globais e destaca o estreito de Ormuz como fator estratégico, apontando também sinais de possível negociação entre Rússia e Ucrânia, mas sem um mediador claro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis. Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado. Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num mundo em mudança, a direita está a transformar-se e a fragmentar-se. Em À Direita , Teresa Nogueira Pinto conduz uma série de entrevistas para perceber que causas unem e que clivagens dividem as várias direitas, que ideias defendem e como pensam o futuro. A reflexão sobre um campo político cada vez mais determinante. De quinze em quinze dias, ao sábado de manhã, no Expresso e em todas as apps de podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelita See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamos ainda das propostas do MP para reformar o processo penal, "sem o mínimo de autocrítica" e da conquista do campeonato pelo FC do Porto, com aplausos para treinador e presidente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto para suspender a guerra. Não faltam críticas às indemnizações da Igreja portuguesa às vitimas de abusos, "os nossos bispos perderam a vergonha" e um olhar para o ensaio de Cavaco Silva de onde destaca o recado sobre as forças populistas, "Montenegro vai na direção errada se acha que o Chega é um parceiro confiável. Boa sorte!" See omnystudio.com/listener for privacy information.
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma proposta e um desafio a Seguro See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Observed September 20, 2026.
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