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Published by Japan House São Paulo
Em sua quinta temporada, o podcast da Japan House São Paulo faz uma viagem pela arquitetura e pelos espaços japoneses. Ao longo de 8 episódios, publicados às terças-feiras, Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP, e Guilherme Wisnik, arquiteto e professor da FAUUSP, buscam entender como a arquitetura do Japão — da tradicional à contemporânea — ao mesmo tempo molda e reflete aspectos do modo de vida japonês. A produção é do Estúdio Novelo. // Ouça também as temporadas anteriores: // Temporada 4 - Design japonês. Com Adélia Borges, jornalista, curadora, historiadora e crítica de design. // Temporada 3 - Cinema japonês. Com Pedro Butcher, jornalista e professor especializado em cinema, colocam o admirado cinema japonês em foco. // Temporada 2 - Gastronomia japonesa. Com Thiago Bañares, chef de três restaurantes em SP, e Luiz Américo Camargo, consultor gastronômico e pesquisador de panificação. // Temporada 1 - Literatura japonesa. Com Paulo Werneck, editor da revista Quatro Cinco Um.
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Neste sexto episódio da quinta temporada do podcast da Japan House São Paulo, Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik adentram o espaço mítico do Japão. Vamos descobrir como mitos, lendas e a espiritualidade japonesa moldam a convivência e a relação dos japoneses com a cidade, a casa e até o espaço sideral. O episódio conta com as participações do antropólogo Victor Hugo Kebbe, do produtor cultural Jo Takahashi, da artista Nina Takai, do editor e tradutor Diogo Kaupatez, da escritora e ilustradora Janaína Tokitaka e do pesquisador Patryk Sofia Lykawka.
O quinto episódio da quinta temporada do podcast da Japan House São Paulo explora como o senso de coletividade molda a sociedade japonesa, desde a infância até a vida adulta. Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik exploram como esse valor influencia as relações sociais, hábitos e até o silêncio nas grandes cidades japonesas. Este episódio conta com as participações do antropólogo Victor Hugo Kebbe, da intérprete Anna Lígia Pozzetti, do arquiteto Rodrigo Ohtake e da jornalista Taiga Gomes.
O quarto episódio da quinta temporada do podcast da Japan House São Paulo explora o urbanismo japonês. Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik investigam como se organizam as grandes cidades japonesas — especialmente a capital, Tóquio. Este episódio conta com as participações do arquiteto Rodrigo Ohtake, da pesquisadora Cristiane Sato, do embaixador André Corrêa do Lago, da arquiteta Vanessa Kairiyama, da jornalista Taiga Gomes e do arquiteto Shundi Iwamizu.
No terceiro episódio da 5ª temporada do podcast da Japan House São Paulo, Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik desvendam como o Japão navega na fronteira entre os espaços públicos e privados. De projetos de urbanismo icônicos, como o The Tokyo Toilet, às constantes mudanças na paisagem urbana de Tóquio, exploramos como um país moldado pela geografia e por catástrofes naturais aprendeu a erguer uma arquitetura que encontra sua força na impermanência. Para este capítulo, os apresentadores conversam com o antropólogo Victor Hugo Kebbe, a pesquisadora Cristiane Sato, a arquiteta Vanessa Kairiyama e o embaixador e crítico de arquitetura André Corrêa do Lago.
Quarto, sala, espaço para refeições, espaço de estudos… Tudo em um mesmo ambiente. Pode parecer imposição de uma realidade contemporânea, de apartamentos cada vez menores nas grandes cidades. Mas é uma característica das casas tradicionais japonesas. Nelas, os espaços são múltiplos. Guarda-se a mesa, estende-se o futon e a sala vira dormitório. No dia seguinte, tudo se transforma outra vez. Neste episódio, Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik conversam sobre as casas japonesas — de ontem e de hoje — com a pesquisadora Michiko Okano, o professor, curador e crítico de arte Agnaldo Farias, a criadora de conteúdo Piti Koshimura, e os arquitetos Shundi Iwamizu e Rodrigo Ohtake.
Para a estreia da quinta temporada, os apresentadores Natasha Barzaghi Geenen e Guilherme Wisnik começam a jornada pela arquitetura japonesa investigando o Ma, uma noção complexa que vai muito além da ideia de vazio. Traduzido como um entre-espaço, ou até como espaço-tempo, o Ma se apresenta como um intervalo preenchido por possibilidades. E está presente não só na arquitetura, mas também no cinema, na literatura e em outros aspectos da cultura japonesa. Os convidados deste episódio são a pesquisadora Michiko Okano, a designer e artista plástica Jacqueline Terpins, o arquiteto Rodrigo Ohtake, a designer Laura Ueta Bellesa e o arquiteto Gabriel Kogan.
O podcast da Japan House São Paulo chega à quinta temporada e faz uma viagem pela arquitetura e espaços japoneses. Depois de falar de literatura, gastronomia, cinema e design japoneses, chegou a hora de investigar como a arquitetura do Japão — da tradicional à contemporânea — ao mesmo tempo molda e reflete aspectos do modo de vida japonês. Os novos episódios são publicados às terças-feiras, a partir de 11 de agosto, com apresentação de Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP, e Guilherme Wisnik, arquiteto e professor da FAUUSP. Siga o podcast e ative as notificações para não perder essa estreia.
No episódio final da temporada, Natasha Barzaghi Geenen, Adélia Borges e convidados passam pela percepção de sustentabilidade no design e falam sobre como a reverência à natureza e a passagem do tempo estão presentes em criações como os jardins japoneses.
O Japão torna-se referência mundial na área de tecnologia, e utiliza-se desse desenvolvimento para criar soluções que facilitem a vida da população.
Designers ajudaram a criar uma nova imagem do Japão para o mundo com seus cartazes e peças gráficas. Com concisão, poder de síntese, muita imaginação e criatividade, se tornaram ícones do design mundial e referências para uma comunicação visual eficaz e imediata.
Há séculos, a cultura japonesa mostra que o ato de embrulhar vai além de apenas envolver ou proteger o conteúdo, e que carrega muita intenção e significado. O design japonês mostra também sua força e sutileza nos produtos.
Das linhas e cortes meticulosos dos quimonos ao uso da tecnologia para inovar nas roupas e tecidos, os designers japoneses levaram, cada um à sua maneira, a estética e a filosofia do país ao cenário internacional da moda.
Técnicas milenares como o Washi, a porcelana de Arita e o trabalho de tingimento com índigo seguem encantando e se mantendo vivas no Japão e no mundo.
O Japão demonstra sua reverência à tradição ao valorizar a criação popular como digna de museus e representativa do design em alto nível.
Em um país em constante reconstrução como o Japão, o design se torna ferramenta fundamental para responder às transformações sociais e acompanhar as demandas de escassez de espaços.
Quais pistas a história do cinema japonês nos dá para pensar no futuro? Projetar os próximos anos passa por olhar para novas cineastas, como Naoko Ogigami e a jovem Yoko Yamanaka e esperar o retorno de Hayao Miyazaki, com suas animações. Analisar, ainda, o protagonismo de Hirokazu Kore-eda e Ryusuke Hamaguchi, e analisar temáticas contemporâneas.
Qual o papel das mulheres na construção histórica do cinema japonês? A pioneira é Tazuko Sakane, primeira diretora que se tem registro, já na década de 30. Apenas décadas depois, nos anos 50, Kinuyo Tanaka se destaca com Love Letter. Por fim, os anos 90 marcam um novo momento de protagonismo feminino, com Naomi Kawase como um dos expoentes.
O fantasmagórico e o fantástico ajudam a contar a história dos filmes de horror japoneses. Um dos marcos é o famoso Godzilla, de 1954, de Ishirō Honda, com efeitos de Eiji Tsuburaya. Neste gênero, duas referências são vitais: o folclore e o sobrenatural, como nos filmes de Kiyoshi Kurosawa e Takashi Miike. Destaque recente para o J-Horror.
Os samurais, personagens amparados na filosofia da honra e lealdade, são importantes elementos da história do cinema japonês. Essa trajetória passa pelo filme Os Sete Samurais, de Kurosawa, em 54, e avança por outras obras que inspiraram até autores hollywoodianos, como George Lucas, inspirado por A Fortaleza Escondida, também de Kurosawa.
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Observed September 20, 2026.
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